Há dias tento buscar dentro do meu fervilhante cérebro algo descontraído para motivar minhas mal traçadas linhas no blog, mas percebo apenas escuridão e um imenso vazio de sentido.
Não sei se é por causa de Nietzche, o tempo, as não-realizações, o desamor ou mesmo o tédio; a única certeza é que me falta um sorriso no canto da boca para assim eu soltar os dedos no teclado.
Enquanto a alegria não se faz, de novo, presente e minha solidão em meio à multidão não se esvai, reservo-me ao direito de não dividir o sufocante em mim.